Gosto de gente
 
António Barroso (Tiago)
 
Gosto de gente que fala comigo,
Que conta a sua vida de penante,
O que ficou do passado errante
Em que, em cada lado, havia amigo.
 

Onde o sol desponta é lugar antigo,
No cume da montanha bem distante,
Que a minha vida foi posta diante,
P?ra ver a natureza, sem perigo.
 

Semeando palavras p?lo caminho,
E bebendo-as, como se fossem vinho,
Andei por este mundo, aqui, ali,
         

E, com a caneta da alma, empunhada,
A mente, em lindo sonho, embriagada,
Tantas...
tantas poesias escrevi.
 
Parede ? Portugal (31/08/2012)


 

 

 

 

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